Depois de darem a volta ao mundo, contêineres se transformam em escritórios para PME
POSTADO EM 10 de October de 2017

Empreendedor de São José do Rio Preto (SP) dá novo destino a contêineres usados

A sustentabilidade é um tema que chama cada vez mais a atenção: desde a alimentação, transformando o que seria desperdício em adubo, até os combustíveis com o surgimento dos carros elétricos. Em São José do Rio Preto, noroeste paulista, também é possível observar esse tema ganhando espaço na construção civil. O setor se adapta à ecoeficiência, transformando contêineres em escritórios completos para coworkings.

Recém-inaugurado, o Eko Business Park instalou em seu espaço contêineres que foram completamente transformados. Foi durante um mochilão pela Europa que o casal Ivania Carmago e Pablo Marconi descobriu o potencial do uso de contêineres na construção civil. “A facilidade de instalação oferecida por esse tipo de estrutura e, como consequência, a flexibilidade e a economia chamaram nossa atenção. Isso tem tudo a ver com o universo do coworking. Por isso, resolvemos trazer essa novidade para Rio Preto”, diz Pablo.

Segundo o empresário, como o coworking é uma nova forma de pensar o ambiente de trabalho, por isso os contêineres foram adaptados para diferentes perfis de empresas. “Os espaços foram pensados para profissionais que querem dividir o mesmo local, bem como para empresas que querem usar um contêiner inteiro”, diz. “Além de ser um espaço colaborativo, que aumenta a rede de contatos, essa união de diferentes profissionais elimina as despesas com contas de energia elétrica, água e internet. Por isso, ao invés de gastar com aluguel de um escritório próprio, milhares de profissionais em todo o Brasil optam por ingressar em um coworking”, complementa.

Além de oferecer espaços de coworking para escritórios, o Eko Business Park também conta com uma área para lojas montarem seus showrooms. O conceito conquistou o representante da Pec Pisos, Felipe Gomes. “Acredito muito na questão do cooperativismo entre as lojas. Integrar lojas de setores distintos só traz ganhos. Hoje o mercado tem que funcionar assim: se aliar a bons parceiros e bons vizinhos”, afirma Felipe.

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